September 2010
O lobo inevitável
Clarice Lispector, em Os desastres de Sofia:
“Pois logo a mim, tão cheia de garras e sonhos, coubera arrancar de seu coração a flecha farpada. De chofre explicava-se para que eu nascera com mão dura, e para que eu nascera sem nojo da dor. Para que te servem essas unhas longas? Para te arranhar de morte e para arrancar os teus espinhos...
August 2010
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Ó mágoa revisitada, Lisboa de outrora de hoje!
Nada me dais, nada me tirais,...
– De Alvaro de Campos, em Lisbon revisited