October 2010
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Quando ergui tua alma caída
Das trevas da perdição
Com o calor da palavra...
– - Notas do Subsolo
(De um poema de Nekrássov)
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Eu atravesso as coisas - e no meio da travessia não vejo! - só estava era...
– Riobaldo Grande Sertão: Vereda.
Hoje acordei meio Amélie Poulain
lafrancesabuu:
Prefiro viver no sonho e ser uma moça introvertida, é meu direito. Pois estragar a própria vida é um direito inalienável.
A TORTURA POLÍTICA
Hélio Pellegrino
A tortura política em nenhum caso é mero procedimento técnico, crispação de urgência numa corrida contra o tempo, destinada à coleta fulminante de informações. Expressão tenebrosa da patologia de todo um sistema social e político, ela visa à destruição do sujeito humano, na essência de sua carnalidade mais concreta. A tortura reivindica, em sua empreitada nefanda, uma...
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Agora está caindo uma neve quase molhada, amarela, turva. Ontem caiu também, nos...
– Notas do Subsolo
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Neste momento, por exemplo, uma recordação antiqüíssima me oprime. Ela me veio à...
– Notas do Subsolo
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Mar Absoluto
Foi desde sempre o mar, E multidões passadas me empurravam como o barco esquecido. Agora recordo que falavam da revolta dos ventos, de linhos, de cordas, de ferros, de sereias dadas à costa. E o rosto de meus avós estava caído pelos mares do Oriente, com seus corais e pérolas, e pelos mares do Norte, duros de gelo. Então, é comigo que falam, sou eu que devo ir. Porque não há ninguém, tão...
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Curtas →
Portal onde é possível assistir diversos curtas-metragens brasileiros.
Indico um curta, Manual para Atropelar Cachorro, gostei de mais. Tem a Bárbara Paz no elenco que já é motivo suficiente para querer assistir! hehehe
Aqui o link para este curta: http://www.portacurtas.com.br/Filme.asp?Cod=4935
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E agora, quando não só recordei, como até me decidi a escrevê-las, agora...
– Notas do Subsolo
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Entre as recordações de cada pessoa, há coisas que ela não conta para qualquer...
– Notas do Subsolo
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Desencanto
Eu faço versos como quem chora De desalento, de desencanto Fecha meu livro se por agora Não tens motivo algum de pranto Meu verso é sangue, volúpia ardente Tristeza esparsa, remorso vão Dói-me nas veias amargo e quente Cai gota à gota do coração. E nesses versos de angústia rouca Assim dos lábios a vida corre Deixando um acre sabor na boca
Eu faço versos como quem morre.
Manuel Bandeira
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